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APP : 2048

sexta-feira, julho 20, 2018


Quantos de vocês chegaram a jogar o célebre 2048? Lembro-me de passar as viagens de camioneta entre a universidade e a minha casa a jogar, chegando a alcançar valores bem superiores a 2048... bastava apanhar o jeito, e era tranquilo. Mas, como todos os jogos deste tipo, uma pessoa acaba por encostá-los, até voltarem a vir à memória e nos entreterem mais uns dias. 

Mas hoje não é desse jogo que vos venho falar, mas de outro muito parecido e ao mesmo tempo muito diferente: o Twenty48 Solitaire. Basicamente, é como o jogo do solitário, mas as cartas são potências de dois, nomeadamente: 2, 4, 8, 16, 32 e 64. O objetivo é colocar as cartas por ordem decrescente, sendo que se juntarmos duas cartas seguidas com o mesmo número, elas juntam-se na potência seguinte. Por exemplo, se colocarmos uma carta 32 por cima de outra, elas juntam-se dando origem a uma carta 64.



O objetivo final é alcançar o número 2048 e, quando assim é, as cartas que constam nessa coluna desaparecem, e ficamos com um espaço vazio para continuar a jogar. Um jogo ótimo para se passar um pouco o tempo!













Universidade

UNIVERSIDADE : Organização

sexta-feira, julho 13, 2018


Neste momento, estou na fase de escrita do meu relatório de estágio (algo muito semelhante a uma tese/dissertação). Embora nesta altura esteja apenas focada nisso, ao longo do ano letivo as atenções foram divididas entre o estágio, o portefólio de estágio e ainda trabalhos de outras unidades curriculares, além dos trabalhos extra que me atribuo a mim mesma - como a elaboração de comunicações, a presença em encontros e formações, o apoio em atividades extra curriculares e ainda ajuda na correção de fichas de trabalho para dar aos alunos. Com uma agenda tão preenchida, uma pessoa é obrigada a ser organizada. Principalmente quando, além de tudo isto, ainda tenho um trabalho para ganhar algum dinheiro.

Eu nunca me vi como sendo uma pessoa organizada. Sei que sou responsável, que sou focada, mas organizada não era algo que eu usasse para me definir. Mas, ao longo deste ano letivo, tenho tido pessoas a gabar a minha capacidade de chegar a todo o lado, de fazer tudo e, acima de qualquer coisa, fazer bem! Porque fazer tudo, obviamente, não chega, e é preciso que as coisas fiquem bem feitas... menos do que isso, para mim, não serve.

Como as pessoas me vêem como um ser super organizado, pedem-me dicas. Perguntam como eu faço para ser tão disciplinada. Inicialmente, eu respondia que era a minha forma de ser, que não tinha grandes dicas a dar... até porque, como já disse, eu não me vejo como um ser organizado! Mas, com o passar do tempo, tenho dado por mim a ir dizendo métodos que vou utilizando, para não me desorientar no meio de tanto trabalho. Então, aqui seguem algumas pequenas coisas que eu faço... para mim, dão resultado! Mas não garanto que seja válido para toda a gente. Por isso, quem quiser deixar mais dicas, tem espaço aberto nos comentários.


Dica 1: Estabelecer datas!

Se não queres correr o risco de chegar perto da data de entrega de um trabalho e teres todo o trabalho por fazer, torna-se importante que estabeleças datas. Imaginando que o trabalho estará organizado por capítulos, podes definir datas para cada um dos capítulos. Convém que sejam datas bem pensadas e que realmente aches que vais conseguir cumprir. Não adianta te comprometeres a que esteja um capítulo pronto até amanhã, se à partida achas que é algo impossível.


Dica 2: Compromisso com alguém

Até eu tenho dificuldade em cumprir a dica número 1! Por esse motivo, torna-se necessária esta segunda dica que é: ter um compromisso com alguém. Quando o facto de marcarmos uma data connosco próprios não chega para a cumprirmos, temos de ter alguém que nos "obrigue" a levar essa data a sério. No meu caso, quando se trata do relatório de estágio que tenho de escrever, procuro marcar datas com a minha orientadora. Dizer-lhe que no dia x terei um certo capítulo escrito, ou que no dia y vou ter uma certa análise de dados feita. Assim, estabelecendo esse compromisso, será mais fácil não "aldrabar" a data marcada.


Dica 3: Post its

Considero que esta é das dicas que mais me tem ajudado neste ano tão decisivo da minha vida académica. Quem vai acompanhando o meu instagram, já deve ter visto algumas vezes esta dica posta em prática. Então, a base da dica passa por listar as coisas que ainda faltam fazer. Mas não basta escrever um ponto com "Trabalho da Cadeira X" ou "Trabalho da Cadeira Y". Não, isso não chega, porque isso não motiva! O que motiva, pelo menos a mim, é poder riscar pontos da minha lista de tarefas. E, para o fazer com mais frequência, os pontos da lista devem ser coisas pequenas, e não trabalhos completos. Por exemplo, dedicar uma lista a um dos trabalhos, em que os pontos seriam: introdução, conclusão, capítulo 1, procurar X, analisar Y, etc. Quanto mais "pequenas" forem as tarefas, mais rápido as podem riscar, que é a melhor parte!
Eu deixei de fazer as listas num só post it, e comecei a pôr os pontos separados em post its pequenos, como na fotografia ao lado. Deste modo, em vez de riscar pontos, retiro post its.



Dica 4: Um de cada vez

Para terminar, vai uma dica que, infelizmente, nem sempre é fácil de pôr em prática, que é: focar num trabalho de cada vez! Se nos focarmos em todos os trabalhos ao mesmo tempo, nunca mais fica nenhum terminado e parece que continuamos sempre com uma imensidão de coisas por fazer. Se formos fazendo um trabalho de cada vez, vamos pondo de lado as coisas feitas, e tudo parece que corre melhor, porque vemos coisas feitas a aparecer. Nem sempre as datas nos permitem isto, mas quando são trabalhos marcados no início do semestre e que são para entregar no final do mesmo, temos um semestre inteiro para fazer essa gestão. É só preciso organizar!


E vocês, como é que se organizam com as coisas do dia a dia ou trabalhos por fazer?

Ensino

ENSINO : As Greves

sexta-feira, julho 06, 2018



Apesar de as televisões não terem dado muita atenção a esse assunto (a não ser nos últimos dias... talvez por Portugal já não estar no Mundial...), os professores estão em greve há mais de um mês. Tenho lido muita coisa sobre o assunto, principalmente professores que estão na luta pelo que lhes pertence, mas também já me apercebi de comentários menos agradáveis quanto a este assunto.

Eu ainda não sou oficialmente professora, embora já só esteja a uma tese de distância. Apesar de tudo, eu já me sinto inserida nesse grupo praticamente desde que entrei na universidade. Tento estar a par dos assuntos relacionados com a profissão e, se até agora a preocupação estava mais voltada para a Matemática e o programa do ensino secundário, nas últimas semanas não tem sido esse o assunto principal.

A principal preocupação é: o respeito! Nos últimos anos, os professores têm estado a descer, ano após ano, na consideração da maioria dos portugueses. Na cabeça de muitos, os professores não fazem nada, trabalham pouco e o pouco que fazem é mal feito. E tudo bem, eu até posso admitir que existam professores mais baldas e que já estejam pouco motivados a fazer o que lhes compete, mas não posso concordar que isto seja algo generalizado. Acho até de louvar que, com tudo aquilo que os professores têm tido para fazer a mais sem serem mais remunerados por isso, ainda haja professores com muitos anos de serviço e que ainda tenham motivação para dar o melhor de si a cada aula. Quando o próprio governo goza com a cara de quem ensina as crianças de hoje, que serão o futuro do nosso país... bem, já está tudo dito!

A greve que tem sido feita, em nada prejudica os alunos. Se causa mais ansiedade? Acredito que sim. Principalmente para os alunos de 12.º ano. Mas, por norma, os alunos já têm uma noção das suas notas quando o ano termina. As pautas são, apenas, uma confirmação para a maioria dos alunos. Seria pior se acontecesse como em 2013, em que houve greve ao exame de Português do 12.º ano. Eu própria passei por isso enquanto aluna, e sinto que esta greve não prejudica nada, se for comparada com o adiar de um exame, que afetou férias marcadas e que nos colocou em cima a pressão dos exames por mais uns dias. Mas, mesmo admitindo que há algum aluno prejudicado com esta greve... expliquem-me lá, quando é que os professores podem fazer greve afinal? Se os médicos fazem greve, os pacientes também ficam prejudicados. Se é greve nos transportes, quem deles precisa também fica prejudicado. Mas os professores, essa espécie rara, não pode fazer greve. Mas afinal... os professores não tinham três meses de férias nesta altura, tal como os alunos? Realmente... quem se iria lembrar de fazer uma greve durante as suas férias? Estes professores são mesmo ridículos... (ironia a chegar a um extremo aqui, caso não tenha sido percetível)

Os professores não estão a pedir aumentos salariais. Não estão a pedir mais condições nas escolas (e bem que podiam fazê-lo!). Estão apenas a pedir aquilo que trabalharam: 9 anos, 4 meses e 2 dias. Tempo que foi garantido no orçamento de estado, mas que agora alguém decidiu que já não podia ser. Os professores nem sequer pedem que seja já, de imediato, vejam só! Neste momento, só pedem para que não seja tempo deitado ao lixo por completo, como se tal não tivesse existido.

Os professores estão a lutar. E eu agradeço por isso! Mesmo não sendo uma luta que me influencie diretamente... afinal, no meu caso só me interessa que a carreira esteja descongelada, e isso já está feito. Mas neste momento, a luta já é também por uma questão de orgulho. Porque, nas mãos do governo, os professores são uns bonecos que se submetem a fazer tudo, até coisas além do seu trabalho, para garantir o melhor para os seus alunos. Os professores deram um "basta!", e estão a lutar pelos seus direitos. E com isso, estão também a lutar por mim e por todos os que estão a começar, tal como eu.

O país precisa de acordar. Porque daqui a uns anos, vai querer professores e não os vai ter. E aí, talvez se olhe para trás e se perceba todos os erros que foram sendo cometidos durante este tempo todo.

Universidade

UNIVERSIDADE : Adeus, Estágio

sexta-feira, junho 15, 2018



Hoje dou por encerrado o meu ano de estágio. Estão todas as despedidas feitas, alguns alunos já estão de férias, outros estão no meio dos livros a estudar para os exames. Quanto a mim, resta-me focar no relatório de estágio, que tem de ser entregue até ao final de Outubro.

Dou por encerrado um ano letivo que, apesar de muito desejado, não foi o melhor da minha vida, mas fez-me crescer por isso mesmo. Trouxe-me coisas boas, sei que evoluí, mas também me deu muitos presentes envenenados. Acima de tudo, cresci. Agora sei avaliar melhor quem está à minha volta e quais as suas intenções. Aprendi a sorrir a todos mas só dar confiança a quem a merece. Aprendi que devo respeitar, mas que há sempre quem queria deitar-nos abaixo só para tentar passar-nos à frente. Aprendi também que, quando se é bom, faz-se comichão a muita gente.

Agradeço a muitas pessoas pelas aprendizagens deste ano. Não preciso de pôr nomes individuais, porque isso não importa. Acima de tudo o resto, tenho de agradecer aos meus alunos, por me terem permitido ser a professora deles. Foi por eles que passei horas a planificar aulas e foi por eles que tentei sempre dar o melhor de mim. E será sempre a eles que estarei grata por alinharem nos meus desafios e por terem sido as minhas "cobaias" neste meu ano de estágio. No fundo, foram eles que me deram os dados necessários para eu fazer a minha primeira comunicação num ProfMat e também toda a investigação que estará presente no meu relatório final. Eu ensinei-os, mostrei-lhes coisas novas e diferentes abordagens durante as aulas, mas sei que eles me ensinaram muito mais, em conjunto com todo o ambiente escolar.

Este ano foi um ano de, acima de tudo o resto, confirmação. Sei que evoluí, que serei uma melhor professora após este ano, mas mais do que aquilo que aprendi, fica marcado aquilo que confirmei em mim mesma. A capacidade de dar aulas e de conseguir planeá-las com ideias novas e diferentes. A capacidade de gerir o tempo e o ambiente em sala de aula. A capacidade para dar uma aula imprevisível, como são todas aquelas em que se resolvem problemas e se cria uma discussão entre o grupo turma. Tudo isto eram coisas que eu suspeitava de que era capaz, mas que precisavam de confirmação. Tal como precisava de confirmar que, no papel de professora, me sinto como um peixe na água. E, por esse motivo, não me faria sentido fazer algo que não fosse isto. Quando assim é, quando o que nos leva por determinado caminho é a vocação, dificilmente haverá argumentos que nos façam desistir. Depois deste estágio, tenho ainda mais certeza disso. Mas ainda há muito para aprender.

Leio logo existo

LEIO, LOGO EXISTO : Dia Mundial do Livro

segunda-feira, abril 23, 2018


Quem pensa que a minha vida gira à volta da Matemática, engana-se. Para quem está por aí desde os meus inícios enquanto blogger sabe o gosto que eu sempre tive por escrever e, acima de tudo, ler. Por isso, quando me apercebi que a Sofia, do blog a Sofia world, estava a lançar um desafio dedicado ao Dia Mundial do Livro, não consegui resistir!

O meu hábito pela leitura começou a ser mais desenvolvido algures quando eu tinha 12 anos. Surgiu um pouco do nada. Tive vontade de comprar um livro daqueles típicos de pré-adolescente, e a vontade de ler foi aumentando e ficando cá até aos dias de hoje. Infelizmente, nesta altura o tempo é curto e as leituras ficam-se pela Matemática (ano de tese/relatório de estágio é assim mesmo...), mas ainda vou dando uma olhadela a outros livros sempre que possível.

O desafio da Sofia consiste em nomear um livro (ou mais) para cada uma das sete categorias apresentadas. Então, cá vai a minha lista!


LIVRO QUE TENHO HÁ MAIS TEMPO



Tal como já referi, a minha viagem pelas leituras começou a ser mais séria com livros típicos de pré-adolescente. O meu objetivo era conseguir ler (e ter!) todos os livros da coleção Clube das Amigas. Fiquei-me apenas por 12 dos mais de 100 livros, porque entretanto quis arriscar outras leituras, e foi esse o livro que selecionei para esta categoria. O p.s. - eu amo-te, da Cecelia Ahern, foi o primeiro livro mais "a sério" que eu comprei, talvez quando tinha uns 14 anos. Foi escolhido um pouco ao acaso, sem motivo específico, mas valeu a pena e fez com que eu me aventurasse pelo mundo dos romances. Depois deste, veio o Nunca Me Esqueças, da Lesley Pearse... e, desde aí, a Lesley passou a ser a minha escritora de eleição!


LIVRO QUE TENHO HÁ MENOS TEMPO


Até quando se fala de livros, os caminhos vão ter à Matemática... sim, este é o livro que está cá em casa há menos tempo. Foi lançado no dia 14 de março de 2018, um dia muito importante para mim e para o meu estágio (como relatei aqui), e com um tema que eu adoro: problemas! Já para não falar da relação entre a Matemática e o Futebol... este livro promete ser um grande aliado num futuro próximo. Além de tudo isto, este livro foi adquirido no ProfMat 2018, o encontro nacional de professores de Matemática que decorreu neste mês de Abril, e do qual guardo boas recordações!


LIVRO QUE LI MAIS VEZES



Não gosto muito de reler livros. Gosto de ler histórias novas, por isso acho que perco tempo ao ler coisas que já li. Enquanto tiver livros na estante por ler (e ainda são alguns...), acho que este meu hábito de não reler livros se vai manter. Por isso, a escolha para esta categoria teve automaticamente de ser este livro. Porque é daqueles livros que anda sempre comigo para todo o lado e é de uma pessoa super especial: o Zé Paulo Viana, de quem falei no post que referi na categoria anterior. Este livro tem sido o meu maior aliado ao longo deste ano letivo, já que foi dele que retirei muitos dos problemas que dei aos meus alunos durante o estágio e que fizeram com que eles gostassem mais da disciplina. Por todos os motivos e mais alguns, este é quase um livro de cabeceira, que leio várias vezes em busca de coisas interessantes para relatar na sala de aula ou de problemas a propor. Um dia destes falo de um problema deste livro que acho que vão adorar!


LIVRO QUE AINDA TENHO POR LER


Há poucos anos atrás, defini metas de leitura. Uma delas passava por ler um livro lançado no ano em que eu nasci. Fiz uma pesquisa e vi que o Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, era o livro ideal para concretizar essa meta, e corri para o comprar. Mas, com a falta de tempo e outros livros que me puxaram mais para a leitura, este foi ficando parado na estante... algo a mudar, logo que possível!


LIVRO COM MAIS VALOR SENTIMENTAL



Aqui foi impossível escolher apenas um, por motivos muito diferentes. O primeiro é o Não Sou o Único, da Helena Reis, e acho que dispensa apresentações. É a biografia do grande Zé Pedro, guitarrista dos Xutos & Pontapés e o meu ídolo desde que me lembro. Costumo dizer que ainda não era nascida e já dava pontapés ao som dos Xutos. É algo que está no sangue, é uma coisa de família, mas a "paixão" pelo Zé é algo já mais pessoal. Eu já gostava dele, mas depois de ter lido este livro, há uns dez anos, ele tornou-se um ídolo para mim. Cometeu erros, que infelizmente os pagou com a própria vida, mas batalhou e, acima de tudo, fundou a melhor banda de sempre (para mim, claro!).

Já o segundo, o Matemagia, lançado pela Ludus, tem um valor que vai muito além do facto de ser um livro que alia a magia à Matemática. O valor deste livro está na dedicatória escrita no seu interior, para mim, pelo meu professor de Matemática do ensino secundário. Foi-me oferecido, por ele, no dia da minha Imposição de Insígnias (para outras universidades, o equivalente à queima das fitas), e foi um gesto tão importante quanto muitos outros que ele já foi tendo para comigo, tanto como professor, como enquanto colega de profissão. E ter alguém do meu lado que foi uma inspiração, um conselheiro e um motivador e, acima de tudo, me trata como colega, é algo impagável.


LIVRO QUE EMPRESTEI E NÃO VOLTEI A VER


Esta categoria teve de sofrer uma pequena alteração. Isto porque, felizmente, nunca me aconteceu emprestar um livro sem que mo tenham devolvido. Por isso, optei por deixar aqui o livro, ou melhor, a trilogia que eu mais emprestei e que se nota na fotografia o grande uso que estes livros tiveram. Li esta trilogia quando estava no 12.º ano, em duas semanas, e a partir daí foi passando de mão em mão, colocando quase todas as raparigas da turma a ler. Pelas minhas contas, passou por cinco colegas minhas até ao final desse ano letivo. Pode não ser uma trilogia com uma escrita extraordinária, pode ser um pouco básica, até, mas só pelo facto de ter posto pessoas a ler, principalmente a ler três livros com uma grossura considerável, já valeu a pena ter sido publicada!


PECHINCHA LITERÁRIA

Vou considerar primeiro o livro mais barato que comprei: A arte perdida de guardar segredos, de Eva Rice. Estava a 2€ no Continente, e não resisti a trazê-lo porque adorei o título. Foi um livro que comecei a ler, parei, mas depois dei-lhe uma segunda oportunidade e li de rajada e gostei muito. Não é o primeiro livro que me vem à cabeça quando alguém me pede sugestões, mas não considerei que fosse mau.
Pechincha melhor que esta foi o in sexus veritas, de Pedro Chagas Freitas, e este só tive de pagar através de uma opinião escrita sobre o mesmo, o que não foi, de todo, um problema! Foi o primeiro livro que li do autor e, sendo que já li outros depois deste, é, de longe, o que eu mais gosto. Li em dois meses e é o livro mais grosso que está cá em casa e também o livro com mais páginas que li. Tem um tipo de escrita que pode ser um pouco confuso ao início, mas a história e todos os "trocadilhos" subtis que vão aparecendo valem a pena o esforço. Este sim, é daqueles que recomendo!

E vocês, que livros colocariam em cada categoria?

Podem saber as respostas de outros participantes em cada um dos seguintes links:

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