Ensino

ENSINO : Sou eu

terça-feira, janeiro 16, 2018


Ao voltar para cá, pensei no seguinte: apresento-me ou não? Fará sentido? Ok, não está cá ninguém novo, mas há certamente quem tenha a memória mais curta ou que andou mais distraído. Está bem, apresento-me, então!
Sou, só, uma professora estagiária de matemática. Sou, apenas, estudante de mestrado em ensino de matemática no 3º ciclo do ensino básico e no ensino secundário. E, só para juntar, sou explicadora da mesma disciplina. Escusado será dizer que esta cabeça está muito longe da sanidade mental (pelo menos, é o que pensam alguns). Mas eu até gosto... e "até" gosto imenso! Ninguém me imagina a fazer outra coisa, e eu sei que tenho muito para dar nesta área. Não garanto que será um contributo a nível nacional, mas sei que algures numa sala de aula, eu vou fazer a diferença na vida de um grupo de crianças/jovens. Sei que pela minha mão irão passar futuros médicos, advogados, professores, ou até mesmo eletricistas, costureiros, cozinheiros, ou qualquer outra coisa que eles queiram ser ou fazer. Mas sei que, no que depender de mim, não vai ser a matemática que lhes vai servir de entrave naquilo que eles decidirem seguir. Se sou aquilo que sou e como sou, aos meus professores o devo (além dos meus pais, claro!). E é com a incrível noção do poder que o meu trabalho tem no futuro, que vou dar, sempre e para sempre, o melhor de mim!

(i)Cónica

Ano ∞

sábado, janeiro 13, 2018


Hoje é um dia importante. Os Xutos, mesmo sem a presença física do eterno Homem do Leme, comemoram 39 anos de existência. Eu, embora um pouco ausente, comemoro 8 anos da minha vida enquanto blogger. E, assim como os Xutos não deixam de o ser "apenas" por terem perdido o seu fundador e uma das suas pessoas mais especiais, eu também não deixo de me sentir blogger por ter feito tantas paragens a meio do percurso. Cresci, amadureci tanto que pouca gente consegue ter essa noção. Comecei por dar a cara, depois virei anónima, passei a assinar com o meu nome de novo e, agora, regresso ao pseudónimo que me é tão querido, embora não precise dele para esconder o que quer que seja. É apenas isso: um pseudónimo que, no fundo, sempre me caracterizou e que muitas pessoas recordam.
Quanto tempo vou cá ficar agora? Não sei. Sei que 2018 me trouxe uma vontade imensa de voltar, que a minha vida está tão colorida que eu sinto quase uma obrigação de o registar. Por isso, depois de ter feito uma limpeza a este lugar que, em tempo de indecisão, se chamou Não sei mas acho que sei lá, e mantendo um nome já mais ponderado e dentro da minha realidade, voltei. Estou aqui, agora. Como se regressasse a uma sala de aula vazia, mas onde já se passaram imensas coisas que só as memórias guardam. Amanhã? Veremos. Mas dizem que o infinito é um 8 deitado, por isso...


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