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segunda-feira, setembro 14, 2015


"Quem ama, ama. Quem ama só ama. É essa a sua missão, a sua ocupação, a sua função: amar. Sem olhar a como. Sem olhar a porquê. Aliás: geralmente amar, quando é amar, é sem porquê. É simplesmente porque é. Amar, quando começa a concentrar-se em porquês e em comos e em quandos, já não é amar. Amar racionalmente é o começo de não-amar."

Pedro Chagas Freitas, in sexus veritas
Sinopse aqui

8 comentários

  1. Amar racionalmente não faz qualquer sentido! :/

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  2. r: Aquele exacto momento foi tão estranho... A Cardeal é muito imperativa, honestamente. Como disseste, todos os doutores parecem impecáveis, em termos de disponibilidade e simpatia, contudo, quando ela chega, o ambiente fica um pouco mais pesado.
    Senti que devia ir com o resto porque se continuar na praxe não queria ser marcada por aquele momento, porém, fiquei mesmo em baixo por vos deixar ali... Às vezes sou um pouco influenciável e isso entristece-me. Obrigada de qualquer das formas!

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  3. Tãoooo verdade! Esse livro parece excelente!

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  4. r: Sim, eu já tinha ponderado que tinha sido uma das razões pelas quais não quiseste mais ir... Ficava mesmo aborrecida quando ela lá estava! Tenho é medo que as outras a tomem como grande exemplo.
    Desculpa mesmo!

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  5. r: Pois, mas até me sinto receosa a ir só pela possibilidade de ela estar. Gostei pouquíssimo mesmo.

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